TO exame que avalia o intestino grosso por dentro, permite retirar pólipos no mesmo procedimento e é uma das principais formas de prevenir o câncer colorretal.
A colonoscopia é feita com um colonoscópio, um tubo fino e flexível com câmera na ponta, introduzido pelo ânus. Ele percorre todo o intestino grosso e, em geral, o final do intestino delgado.
Durante o exame é possível retirar pólipos (pequenas lesões que podem, com o tempo, se transformar em câncer) e coletar biópsias. Por isso, a colonoscopia não só diagnostica, como também previne.
O exame é feito com sedação, e o paciente costuma não sentir dor. O passo mais importante é o preparo intestinal, que deixa o intestino limpo para uma boa visualização.
A indicação é feita após avaliação médica. Entre os motivos mais comuns:
*A idade de início e a frequência do rastreamento variam conforme o histórico de cada pessoa e são definidas pelo médico.
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Com a sedação, a maioria dos pacientes não sente dor e não se lembra do exame. Depois, pode haver gases e um leve desconforto abdominal.
Exige disciplina, principalmente na véspera, mas é bem tolerado pela maioria das pessoas. Seguir as orientações à risca evita ter que repetir o exame.
Para pessoas sem fatores de risco, o rastreamento costuma começar por volta dos 45 anos. Quem tem histórico familiar ou sintomas pode precisar começar antes. O médico indica o momento certo.
Na maioria das vezes, não. Os pólipos costumam ser retirados no próprio exame e enviados para análise.
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